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Você é um(a) gótico(a) suave?

Em tempos difíceis como o que estamos vivendo, com crises econômicas e ambientais, conflitos religiosos, intolerância e desigualdade, o preto sempre ressurge como tendência em forma de luto e reclusão ao caos.

“Para confrontar os maiores medos da sociedade, incorporamos a escuridão.” Tal ideologia é adepta de várias subculturas, em sua maioria a punk e sua vertente que mais caracteriza o look total black, o gótico.

Os góticos propriamente ditos (que usam o preto e outros elementos como estilo e não como tendência), são apreciadores da arquitetura e das artes produzidas na Idade Média, da literatura entre os séculos 18 e 19 e da música que traz em suas letras e ritmo o grotesco e a densidade do macabro.painel1

Derivações desta vertente surgiram recentemente, fazendo emergir das redes sociais um “subestilo”, o pastel goth, este acrescentando as características já existentes elementos designados kawaii (expressão muito usada no Japão, pelos jovens, adeptos da cultura pop que qualifica algo como infantil e fofo).

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As características citadas acima fazem parte de vertentes e/de subculturas que as usam como estilo de vida.

O termo “gótico suave” surgiu com a aparição da cantora Lorde no mundo e mídia pop, a qual segue um estilo de looks sóbrios de cores escuras e modelagens amplas, que a destoa dos outros jovens e artistas, isso não significa que a mesma SEJA gótica.tumblr_ng16qo8Q2m1rlt5o0o1_500

Isso mostra como a moda e a música sempre andaram juntas, isso ocorre principalmente quando uma tendência precisa ser vendida e aceita pela massa (grande público), neste caso o preto! E para que isso aconteça artistas mostram essas tais tendências em forma de estilo, como um produto com apelo de novidade e isso muitas vezes leva a um retrocesso ao amenizar a essência de estilo de vida de um grupo de pessoas (como suavizar o gótico para que este seja mais aceito)

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Por Mayara Behlau, professora no Núcleo de Criação da Sigbol Fashion

Referências: 1 e 2

Tribos Urbanas – 8: Emo.

Emo

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Surgiram na década de 1980, nos Estados Unidos, tendo como raiz um gosto pelo rock e pelo punk, mas mais pelo chamado emocore, que mistura hardcore, com letras românticas. A partir daí o gênero musical veio mudando cada vez mais, até se tornar o que temos hoje, um rock romântico e melancólico.

Os emos são um grupo em sua maioria adolescentes que buscam pela auto-afirmação, e se consideram pessoas sensíveis, que convivem com a tristeza, e problemas que envolvem o amor, e a rejeição (como da própria família).  Mas, como em todas tribos, há os que entram nesta cultura apenas por estética ou pelo gosto musical, mas que não compartilham dessa depressão contínua.

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Olhos pintados com lápis preto, adereços como cintos de grandes fivelas, além de piercings no rosto e roupas de cor predominantemente escura (embora existam os que prefiram outras cores), mas sua principal característica são os olhos cobertos com franjas.

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Possuem uma estética andrógena e entre as peças mais usadas estão:

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  • Calças bem justas, principalmente nos tornozelos;
  • Luvas e acessórios góticos;
  • Tênis coloridos;
  • Botas;
  • Bolsas e acessórios de couro;
  • Cintos grossos;3

E então, já escolheu sua tribo?

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Por Crislaine Lima, professora do Núcleo de Criação da Sigbol Fashion.

Referência: 123456.

Manual Arte de Vestir Sigbol Fashion.

A morte lhe cai bem… †

Só que não!!!

Foto 1Um assunto polêmico a se tratar, mas vamos falar deles: Os trajes fúnebres!

O costume de usar roupa preta em funerais vem desde a Idade Média, do período gótico, pela opressão que a Inquisição impunha. O uso de luto cerimonial e vestido era originalmente um privilégio das cortes reais da Europa e foi regulamentada pelo protocolo de corte por meio de leis. Ao longo de um período de cinco centenas de anos, no entanto, o uso de vestido luto espalhou para o resto da sociedade.Foto 2

Nessa época a morte era vista como um castigo, algo obscuro e muito doloroso, em função das torturas impostas e das doenças do período, conhecido como os mil anos de escuridão.

Nos funerais reais, a carruagem fúnebre levava o corpo para o enterro e uma grande procissão ia atrás: a família, a aristocracia, militares, igreja, e os comerciantes (suas vestes de luto eram diferentes para indicar seu gênero e classe social). O mais alto na terra, homens e mulheres, usavam os mais longos comboios de luto e capuzes na cara de lã preta opaca, com crepe ou linho. No protocolo real as viúvas sempre usavam preto em público e por períodos mais longos.

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No final do séc. XVII, o uso do preto começou a se tornar cada vez mais moda para os ricos, com bordados, joias e tecidos finos.  E acabou se expandindo para a classe média.

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Em meados do século XIX, a rainha Vitória, viúva aos 45 anos de idade em 1861, passou a usar o vestido de luto até sua morte. Outras viúvas e famílias seguiram seu exemplo. Por pelo menos dois anos e meio elas passaram a usar preto após a morte do marido, enquanto um viúvo só era obrigado por três meses.

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Logo, começou seu declínio. O uso do vestido de luto diminuiu de forma constante a partir dos anos 1880, e na década de 1930, véus das viúvas já estavam fora de uso, exceto em países católicos e círculos reais. Após a Segunda Guerra Mundial, a prestação de vestido de luto não era mais um ramo específico da indústria.

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Atualmente, já não há mais normas sobre o que usar exatamente em um velório ou enterro, claro que ninguém vai de biquíni… Mas convenhamos, se algum conhecido importante viesse a falecer, quem iria ter cabeça de pensar em que roupa vestir não é mesmo?  Afinal a alma é mais importante que o corpo ou uma roupa! Mas talvez, você já pode deixar separadinho no seu armário uma vestimenta apenas para velórios e cemitérios, porque a morte também faz parte da nossa história sendo também inspiração para algumas tribos urbanas e até com mais cores.

Gótica

Meus sentimentos… †

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Por Paola Sanguin, professora do núcleo de criação Sigbol Fashion

Referências: 1, 2, Manual História da Moda Sigbol Fashion.

Creative Friday – O Labirinto (A Magia do Tempo)

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O filme traz um mundo de fantasia e maravilha. Porém, o filme ficou famoso na época por causa de um músico que interpretava um dos personagens, o cantor David Bowie. Já era de se esperar a aventura garantida.

labirintoA história começa com uma jovem chamada Sarah, que gosta de peças teatrais, em especial as de fantasia. Frustrada por ter de cuidar do irmão caçula enquanto seus pais estão fora, ela sonha em se “livrar” da criança, que não para de chorar. Atendendo seu pedido, o Rei dos Duendes, Jareth, personagem de um dos livros que Sarah adorava ler, ganha vida e sequestra o bebê. Arrependida, a menina terá de enfrentar um labirinto e resgatar o irmão antes da meia-noite para evitar que ele seja transformado em um duende.

O final do filme só assistindo pra saber. Enquanto isso, a gente deixa um gostinho de quero mais pra vocês:

O Labirintopa

ta pri me eli creative friday - Juliana Porto carol Campinas