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DESENHO TÉCNICO DE MODA

Sabemos que o desenho técnico de moda é tão relevante quanto o croqui, que transmite a ideia do estilista. Nele é importante utilizar da observação aos detalhes, pois sua precisão e técnica são as bases para o bom desenvolvimento do projeto da vestimenta.

O Desenho Técnico tem o objetivo de orientar, detalhar e descrever a peça de roupa ao máximo, para garantir que o produto final seja como se imaginou desde o início. Sendo assim ele deve apresentar algumas características: 

  • Deve ser informado as medidas para que a execução da peça seja exata
  • Visão da frente, costas e laterais planificadas (importante para o detalhe de calças, mangas, etc…)
  • Representação de costuras, pespontos, recortes, acabamentos, botões, zíperes, etc… 
  • Representação do caimento da peça 
  • Identificação dos tecidos utilizados e estampas (corrida ou localizada)
  • O desenho precisa ser monocromático e com linhas de diferentes tipos e espessuras para simbolizar contornos, costuras, etc.
  • Representação dos bolsos e dos forros.

Por se tratar de um projeto, o desenho técnico precisa ter um padrão que todos os profissionais e envolvidos entendam, evitando erros e desencontro de interpretações no processo de produção das peças. Ao elaborar, é bom prestar atenção aos detalhes para evitar alguns erros.

  • Detalhar as informações de forma objetiva 
  • Descrições que facilitem a interpretação para que a peça final seja fiel ao projetado pelo designer 
  • Conhecimento básico em tecidos, modelagem e costuras, para melhor comunicação de informações na ficha técnica. 

Também é possível desenvolver o desenho técnico de moda através de ferramentas digitais (softwares). É um método mais rápido para realizar ajustes dos detalhes e adicionar informações. No curso de Desenho Técnico de Vestuário da Sigbol você aprende através de aulas práticas e teóricas. Saiba mais em nosso site.

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Pelo núcleo de Moda da Sigbol.

Referências: 1, 2, 3, 4.

Quais são os tecidos mais utilizados na Moda Fitness?

Na moda fitness, é essencial para a roupa ter a modelagem perfeita. Isso porque a moda fitness tem certas funcionalidades para quem utiliza.

Hoje existem muitos tecidos tecnológicos e que até ativam a circulação e reduzem a celulite. Esse tipo de tecido é encontrado no mercado com facilidade.

Aqui vai algumas dicas de tecidos utilizados na modelagem da moda fitness:

  • Dry-fit, suplex ou Amni

Essas são tecnologias aplicadas aos tecidos que transportam o suor. Desenvolvido em poliamida texturizada a ar, essa tecnologia proporciona a rápida transferência de calor.

  • Suplex Power Energy 

Semelhante à tecnologia anterior, porém com mais elastano, o que proporciona mais firmeza e compressão no corpo.

  • Tweedino – Power TouchT ou Savyon 

Fabricados com poliamida e elastano em teares eletrônicos de ultima geração, esses tecidos proporcionam elasticidade, equilíbrio térmico e respiração, além de fornecerem proteção UVA e UVB.

  • Infra Emana 

Contém minerais emissores de infravermelho longo, que penetram na pele e provocam bio-estimulação. Isso proporciona melhoria no rendimento físico já que a distribuição do calor na superfície da pele fica mais homogênea, o que oferece o equilíbrio térmico do corpo em atividade física.Imagem relacionada

  • Fiandra Stripe 

Facilita a liberação do calor. Composto por linho, um material de maior durabilidade.

  • Dubay 

100% poliamida, material leve e com secagem rápida. Não precisa passar.

  • Energy  

Tecido com proteção UV, secagem rápida e alta resistência ao cloro e ao sol. Ideal para prática esportiva ao ar livre.

Por ser tratar de tecidos de malha, os cuidados devem ser redobrados na costura e no corte para que não ocorra desperdício do tecido, que tem custo elevado devido ao seu alto nível de tecnologia embutida.

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Por Pelo núcleo de criação da Sigbol.

Referências: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9.

Profissão: Modelista

Uma das profissões com maior destaque no mercado da moda é a de modelista.  Afinal, esse profissional responde a grande parte do planejamento e produção da peça piloto, e sempre acompanha o desenvolvimento de criação dos estilistas em uma confecção.

Ele cuida da elaboração de moldes, da busca pelo tecido adequado ao modelo e também serve como o ponto de referência para a fabricação da peça piloto. O modelista atua em conjunto dos estilistas, convertendo suas idéias primeiramente em protótipos, para que o acabamento e o resultado final do produto fique perfeito.

Um bom modelista sempre está se reinventando no mercado de trabalho, buscando novas maneiras e estratégias de realizar o seu trabalho, e a Sigbol tem os melhores cursos para se especializar na área. Saiba mais em nosso site.

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Referências: 1, 2.

Pelo núcleo de modelagem da Sigbol.

Curiosidades da Moda: Decotes

Porém, a roupa mais antiga do mundo, conhecida como Vestido Tarkhan, possuía pregas e um decote em V e foi encontrada no Egito, ou seja, com a duração de 5.100 a 5.500 anos.  Este registro é tão importante da história do vestuário que pode ser considerado um indício que o decote surgiu a dois milênios antes.

Com o passar do tempo e o notar que os decotes tornavam as mulheres mais sensuais, os decotes ganharam espaço no vestuário feminino durante a Idade Média e mais variação de uso, como formato quadrado, arredondados, em V, na frente ou nas costas. Além do mais, o espartilho era um grande aliado dos decotes, porque levantava e valorizava os seios, mas caiu em desuso por ser muito desconfortável, entretanto o sutiã continua a desempenhar este papel e ainda é um grande aliado dos decotes até os dias atuais.

No início do século XX, o modelo dos decotes passaram a ser discretos. Era comum que as mulheres usassem roupas sem decotes, com golas em modelos que cobriam todo o colo.

 As peças com decotes conservadores permaneceram em alta até a década de 20, os também conhecidos “Anos Loucos”. Apesar, de ser uma época onde apresentava muita ousadia na revolução do vestuário feminino, o decote foi ressurgindo, acompanhando o ritmo das mudanças no comprimento das saias, que encurtaram alguns centímetros mostrando os tornozelos e os decotes voltaram a mostrar um pouco mais o colo das mulheres. Já nos anos 30 trouxe a chegada do decote nas costa, mesmo quando a moda da década permaneceu discreta, afetada pelos os efeitos da guerra.

Os anos 40 trouxera o decote envelope, um dos modelos mais usados nessa década tanto em vestidos, quanto nos casacos.

Já nos anos 50 os decotes começam a ser mais ousados em maior variedade de roupas. Esta década também foi responsável pelo sucesso do decote “princesa” ditado pela coroação da Rainha Elizabeth II e eternizado por estrelas como Audrey Hepburn. As estrelas da época também eternizaram o decote em V e o tomara que caia.

Nos anos 60 os ousados vestidos tubinhos tinham decotes arredondados ou quadrados com arremates e modelos inovadores, mas não eram muito profundos. Os decotes altos dos anos 60. Já a década de 70 traz consigo o decote ombro a ombro, os modelos ciganinha que acompanhavam a onda Hippie e também o decote frente única.

Os anos 80 trouxeram decotes assimétricos de variados tipos, e os anos 90 consagraram os decotes retos e os drapeados.

Atualmente os decotes ganharam diversos formatos, alturas, tamanhos e até volumes, principalmente na passarelas.

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Núcleo de Criação da Sigbol

Referências: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9.

 

A clássica estampa de poá

O poá se tornou um ícone da moda na década de 50 e tem uma forte ligação com as Pin-ups. De lá para cá, nunca mais saiu de moda.

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Existem algumas divergências sobre a criação da estampa de Poá. O primeiro registro do termo “polka dot”, que é um dos nomes dados a esta estampa, foi na revista literária Yale, Volume 122, página 7 no ano de 1854.

Outra história conta que o poá ficou popular com a Polka, dança típica da Polônia, no fim do século XIX. Segundo os registros, alguns pesquisadores acreditam que a estampa de bolinhas foi inspirada nos movimentos circulares dessa dança festiva.

 

Na terceira história, muita gente acredita que o produtor de cinema Walt Disney criou esta estampa para sua personagem Minnie Mouse, para se destacar das listras e xadrez que estavam na moda na época.

Apesar de existir a muito tempo, a estampa atingiu seu o auge nos anos 50. Na sequência dos anos 40, marcados pela sobriedade e looks mais sérios, as bolinhas trouxeram leveza, diversão, romantismo e feminilidade para a moda.  E seguiu sendo um sucesso também nos anos 60. Conquistou estilistas como Dior e marcou figurinos de estrelas de Hollywood, como Marilyn Monroe e Audrey Hepburn. Virou até tema de música, como a versão em português da canção “Itsy bitsy teenie wennie yelow polka dot bikini – (Era um biquíni de bolinha amarelinho)”, interpretada por Brian Hyland, estourou nas paradas de sucesso!

Atualmente o poá continua conquistando e dando destaque em vários looks por aí, seja moderno ou vintage, segue desbravando os estilos mais variados e ganhando as passarelas

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Referências: 1, 2, 3, 4, 5, 6.

Manual Técnico Sigbol História da Moda

Pelo Núcleo de Criação da Sigbol.