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Moda e vestuário, qual a diferença?

Costurinha

 O vestuário na verdade é o que cobre e protege o nosso corpo. Independente do estilo ou a forma estética. O clima e os valores culturais e sociais desempenham importantes papéis na determinação da roupa. Trajes práticos como uniformes e roupas de trabalho são criados para fins de proteção e praticidade. De tempos em tempos, devido aos avanços tecnológicos da indústria têxtil ou aos conceitos, as exigências de cores, tecidos e estilo das roupas acabaram variando. Mas essas mudanças são sempre pequenas e o objetivo da roupa permanece funcional.

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Já a moda é geralmente lançada duas vezes ao ano, por meio de coleções primavera/verão e outono/inverno. Governada pelas velozes e contínuas mudanças de estilo, materiais e detalhes. Em comparação à natureza básica e funcional do vestuário, o estilo reina supremo.

Moulage

A função principal da moda é oferecer ao consumidor a cada estação, a tendência atual. Os estilistas trabalham muito para se conectar ao consumidor, tanto no estético como no emocional. Temas conceituais são abordados por meio das roupas, desfiles e imprensa de moda. Buscando inspirações na história e nos trajes de época, em diferentes culturas, na política, na economia e na tecnologia. Além das coleções de moda, os designers apresentam novos penteados, comprimentos de cabelos e novos looks de maquiagem para a estação. O objetivo é se aproximar mais do cliente, para que ele se torne fiel a sua marca.

Desfile

Para abrir uma marca é necessário fazer várias pesquisas como: ponto de venda, público alvo, definir um tema e muitas outras coisas. E se você está afim de aprender, não perca tempo pra conhecer o nosso curso de Estilo. Aperte o Play e seja feliz!

Piscadinha

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Por Paola Sanguin, professora do núcleo de criação da Sigbol Fashion

 

Referências: 1234567 e 8.

Apostila de Estilo

Livro: O que é Design de Moda? – Gurmit Matharu

Estilistas Brasileiros – Giuliana Romanno.

03_1990_1080Giuliana Romanno nasceu em São Paulo no ano de 1975, é formada no curso de Economia.

Idealizadora e designer de sua grife homônima, que foi criada em 2006 em São Paulo. Peças estruturadas, linha de acessórios (cintos, bolsas e sapatos) são características da marca.

Em 2007 acrescentou à sua marca linhas de lingerie e beachwear.

É conhecida pelo cuidado em acabamento, tecido e modelagem.

Coleção – Inverno 2015

acabamento

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A marca faz parte do line-up do São Paulo Fashion Week. E foi da Bahia que vieram as referências de Giuliana Romanno na hora de preparar o verão 2016 desfilado no SPFW. Confira o desfile:

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Por Crislaine Lima, professora do Núcleo de Criação da Sigbol Fashion.

Referências: vídeo12 e 3.

Tendências: afinal, de onde tiramos essa montanha de informações?

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Você, como a maioria das pessoas, já deve ter pensado que os estilistas criam tendências de acordo com seu bel prazer, certo? Mas já reparou também que, a cada temporada, diversas marcas trabalham materiais, tendências e imagens próximas umas das outras, apenas em formatos diferentes?

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Pois saibam que todas essas informações saem de lugares e empresas especializadas nesse tipo de pesquisa, os bureaux de tendências, especializados em pesquisas de consumo. Cada produto consumido no planeta hoje é concebido conforme as tendências de busca por soluções que atendam às necessidades humanas naquele momento específico. E dependendo do tipo de produto, esta informação pode ser utilizada em alguns meses, um ano ou com até 5 ou 6 anos de antecipação, caso dos eletrônicos mais complexos, que precisam de tempo para serem planejados e testados, antes de chegar ao consumidor final.

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Cada bureaux trabalha com diversos especialistas em diversas áreas, tais como moda, antropologia, tecnologia, etc., buscando classificar tudo que há hoje que pode vir a ser procurado pelo público em algum momento dos próximos anos. Cada empresa produtora fica livre para adquirir as informações de que necessitarão. E, com as informações e tendências em mãos, podem selecionar apenas aquelas que lhes convém, de acordo com o perfil da marca e do público alvo (uma marca que trabalha alfaiataria e looks discretos muito provavelmente escolherá, entre tendências de cores neons e pastéis, a segunda opção, pois é a que mais se encaixa em seu perfil). A partir daí, esses elementos darão o tom para o desenvolvimento da coleção. E é com esse processo que trabalhamos no curso de Estilo, em que você vai aprender a procurar, absorver e desenvolver os temas e tendências e desenvolver, do início ao fim, suas próprias criações!

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Conhece algum bureaux de tendências bem legal e quer compartilhar com os colegas? Deixe uma mensagem nos comentários fazendo sua indicação!

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Por Haranin Julia Maria, professora do Núcleo de Criação da Sigbol Fashion.

Referências: 1 e 2.