PASSO A PASSO CARNAVAL – BRINCOS

Aqui na Sigbol, a folia já começou. E o que não pode faltar é dicas baratinhas pra você fazer acessórios pra sair sambando na avenida. E hoje temos essa dica suuper legal! Vamos lá?

Material:

  • Cola quente
  • Tesoura
  • Durex
  • Alicates para bijuterias
  • Anzol de Brinco
  • Fecho para brinco
  • Suporte (base/fecho finalizador) de Brinco
  • Pompom (fita metalizada)

1º – Abra o pompom metalizado e corte o lacre. Repita o procedimento com todos.

2º – Em seguida una as fitinhas coloridas com durex nas pontas e retire a sobra.

3º – Utilize a cola quente na base (fecho finalizador) para colar as fitas com durex.

4º – Agora, com o auxílio do alicate, una o anzol a base do fecho finalizador!

Está pronto seu par de brincos para pular o Carnaval! ‍‍‍‍

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Por Pri Marx, professora do núcleo de criação da Sigbol Fashion

Profissão: Modelista

Uma das profissões com maior destaque no mercado da moda é a de modelista.  Afinal, esse profissional responde a grande parte do planejamento e produção da peça piloto, e sempre acompanha o desenvolvimento de criação dos estilistas em uma confecção.

Ele cuida da elaboração de moldes, da busca pelo tecido adequado ao modelo e também serve como o ponto de referência para a fabricação da peça piloto. O modelista atua em conjunto dos estilistas, convertendo suas idéias primeiramente em protótipos, para que o acabamento e o resultado final do produto fique perfeito.

Um bom modelista sempre está se reinventando no mercado de trabalho, buscando novas maneiras e estratégias de realizar o seu trabalho, e a Sigbol tem os melhores cursos para se especializar na área. Saiba mais em nosso site.

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Referências: 1, 2.

Pelo núcleo de modelagem da Sigbol.

A história e curiosidades sobre o couro

A palavra couro destina-se ao material oriundo exclusivamente da pele animal, curtida por qualquer processo, utilizado como matéria nobre para a confecção de diversos artefatos para uso pessoal.

O couro foi um dos primeiros materiais utilizados pelos seres humanos para se proteger e aquecer o corpo. Mas antigamente ele apodrecia com facilidade, pois não existia processos ou agentes químicos na época.

Pesquisadores acreditam que as primeiras evidências do uso de couro curtido são do Egito antigo, 3 mil anos a.C. Nos túmulos egípcios foram encontradas sandálias de couro e vários outros produtos feitos com pele animal. O estado de conservação destas peças milênios depois, mostra que a técnica de curtir o couro já era conhecida a muito mais de quatro mil anos atrás.

O processo de curtimento do couro feito pelo povo hebreu na Idade Antiga, era feito com a casca do carvalho e é possível que tenham aprendido esta técnica durante o período em que ficaram no cativeiro no Egito.

Também, na idade Antiga, os pergaminhos usados para escrever textos, mensagens, etc. eram feitos de peles curtidas de ovelha, cabras, ou bezerro.

Na China, a fabricação de objetos em couro já era muito praticada antes da Era Cristã.

Pouco tempo antes do século XX, químicos americanos observaram algumas ocorrências durante o trabalho de curtir as peles. Descobriram agentes que deixavam o couro mais flexível do que curtido pelo processo tradicional. Com isso, passaram a realizar um novo processo para curtir o couro, agora à base de óleo e sabão. Este processo foi um grande avanço para a indústria de calçados, tornando a milenar técnica de curtimento de couro com as cascas de árvores muito menos usada.

Hoje, graças a tecnologia avançada, existem diversas possibilidades de substituição do material.

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Pelo núcleo de criação da Sigbol.

Referências: 123456.

Manual História da Moda – Sigbol

Telma Barcellos

Uma nova linguagem na Moda!

No atual momento que vivemos muitas das nossas vivências tiveram que ser ressignificadas, e com a moda não seria diferente!

Devido à pandemia do Covid-19, os desfiles das últimas temporadas de alta-costura e pret-a-porter ganharam vida em formato digital.

A Dior por exemplo revolucionou novamente utilizando um antigo artifício; desfile em miniatura!

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Maria Grazia Chiuri, diretora criativa da marca, projetou sua coleção de outono/inverno 2020/2021 com trinta e sete silhuetas de alta-costura em miniatura, demonstrando a quintessência da excelência Dior, inspirando-se em obras surrealistas de artistas femininas do século passado, perpetuando essa reinvenção com uma grande energia criativa.

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Núcleo de Criação da Sigbol.

Referências: 1, 2, 3 e 4

Lampião, estilista.

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Difícil acreditar, quando o assunto se trata de Lampião (mais conhecido como rei do cangaço, aquele de jeito grosseiro e destemido, lenda da história nordestina), que alguém possa, segundo pesquisas históricas, ligá-lo à moda, certo? Mas não se engane: Virgulino “Lampião” Ferreira da Silva era um exímio estilista, e pouquíssimas pessoas sabem que, aos 14 anos, já fizera sucesso na profissão, como alfaiate de tecidos de couro muito bem ornamentados, em sua cidade, Pajeú, no estado de Pernambuco. Antes de entrar para o crime (após sua família ter-se envolvido em uma guerra contra vizinhos), Virgulino não sabia manusear fuzis, e suas ferramentas de trabalho eram as máquinas de costura.

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Lampião desenhava as roupas dos homens do bando, e, quando não estavam dizimando e aterrorizando cidades, bordava peças e outros acessórios do grupo, como os cantis, cinturões, bolsas (conhecidas como embornais) e lenços. Desenhava em papel pardo, e levava para a máquina de costura, onde bordava suas idéias, alem de sempre trajar muitas jóias, em maioria roubadas dos habitantes das cidades saqueadas. Por suas peças serem altamente coloridas e ricas em bordados, era admirado até pelos policiais da época, o que demonstrava seu alto grau de hierarquia.

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Quando foi morto em 1938, aos 40 anos, junto a sua fiel companheira, Maria Bonita (que igualmente sempre trajava jóias finas diversas, lenços e roupas bem bordadas), Lampião e seus nove companheiros foram decapitados e expostos na escadaria da igreja de Alagoas, juntamente com todos os pertences apreendidos. Junto às cabeças, foram expostos seus fuzis e parabelos, cartucheiras, peças de vestuário e duas máquinas de costura Singer, sonho de consumo de qualquer mulher da época.

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A descoberta histórica vem à tona para nos fazer refletir: como seria possível, debaixo de tanto ódio e maldade, encobrir-se algo tão bonito quanto a arte da costura e a sensibilidade de um estilista?

Se Lampião tivesse seguido na primeira profissão que teve, que tipo de pessoa e profissional teria se tornado? Seria hoje um exímio estilista? Ninguém pode hoje saber a resposta exata, mas vale a lembrança de que as peças costuradas e bordadas por Lampião, exibidas em grande parte do sertão nordestino da época, são inspirações de coleções produzidas até hoje por grandes estilistas, e, em sua maioria, são ainda produzidas em larga escala para venda em grande parte da Região Nordeste e Norte do país.

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Pelo Núcleo de Modelagem da Sigbol

Referência: 12345678910111213141516 e 17